domingo, 18 de outubro de 2009

5,4,3,2,1

Já só faltam 5 dias para o beta, já passaram 11 dias desde a transferência e continuamos a grande nível, sem "sinais exteriores de pobreza", como por aqui lhes chamamos, ou seja, nada de grandes dores, nem sangramentos.
Tudo em ordem, como se pretende.
O pior é mesmo o sono que não chega à noite e que é substituído por uma tremenda ansiedade que me rouba as horas de descanso. Os olhos fecham-se noite dentro, quase de manhã, depois de um reboliço de emoções e de pensamentos. Se por um lado não posso ter mais a certeza de que é desta, por outro, por ter essa certeza, tremo como varas verdes só de equacionar a ténue possibilidade de vir aí uma desilusão.
Sinto que desta vez, ao contrário, das outras, fiz as coisas de forma acertada e com grande sentido de responsabilidade. Sinto que desta vez quis, mais do que tudo, que o tratamento resultasse, enquanto nas outras duas limitava-me a pensar que se não fosse à primeira, seria à segunda ou à terceira...
Esta é a tal da terceira tentativa e eu, como grande devota da sabedoria popular, espero que à terceira seja, efectivamente, de vez.
5, 4, 3, 2, 1.

P.S. E não podia deixar de dar as boas-vindas à Rubia e esperar que perca mais vezes o "recato"! ;)
Beijinhos.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Faz hoje uma semana

A transferência dos meus ovinhos já foi há uma semana e falta outra e mais um dia para conhecer o veredicto.
Os dias passam devagar, mas têm sido felizes.

P.S. Bem-vinda, Sweet!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Venham mais dias como este!


Por causa do pé magoado, vou continuar em repouso até ao dia 28. Eu e o meu ovinho agradecemos.
Por isso, venha de lá mais descanso, televisão e muita pieguice bem alimentada pelo meu rapaz. (Adoro-te, meu amor)
À festa juntou-se apenas uma dor de burro do lado direito e aquelas moléstias nos rins e o peso nas pernas que costumam prenunciar o período.
A minha amiga Susana diz que também sentiu o mesmo durante a gravidez e eu, como estou tão feliz e confiante, também tenho a certeza que sim.
Mas, apesar do optimismo, não descarto (livre de mim!!!) as vossas preces.

domingo, 11 de outubro de 2009

Abstencionista, conscientemente

Havia muitos degraus para subir e um longo corredor para percorrer até alcançar a mesa de voto. Isto, além de ter de fazer a caminhada com recurso a canadianas. Assim sendo, e porque desta não vacilo um segundo, fiquei no recato do lar a acompanhar as imagens dos votantes e outras que tais.
Mesmo assim, a apenas dois minutos das sondagens à boca das urnas, estou expectante. É como nas semanas em que não jogo no Euromilhões: Vejo sempre os números que saíram para constatar se coincidiram ou não com a minha chave!

Continuando com as alegorias prefiro acreditar que já tenho o prémio do Euromilhões na barriga e, por isso, sigo de vento em popa com o descanso, as gelatinas e as bebidas energéticas que, pelos vistos, ajudam à nidação.
O que também ajuda é o pensamento positivo. Conto com o vosso. Ó pra mim a fazer campanha!

Beijinhos.

sábado, 10 de outubro de 2009

Red Alert


Cheguei hoje ao último episódio da quarta série das «Donas de Casa Desesperadas». Acabou-se-me o "material". AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH. E agora? Agora sim, também eu sou uma dona de casa desesperada!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

sábado, 3 de outubro de 2009

Não fui eu, foi Ele!

Se há vantagem a extrair-se desta rotura (sim, com «o», como nas lesões dos jogadores da bola) de ligamentos é o tempo que tenho para mim, para dormir, para cozinhar, para comer um iogurte na varanda, para ver cinco episódios seguidos das «Donas de Casa Desesperadas» e, sobretudo, para pensar. E foi num desses momentos reflexivos, no escuro da sala provocado pelos estores fechados, que me deu para imaginar se não terá sido Deus, seja ele quem for, e não aquele degrau malvado, o responsável por isto que tenho no tornozelo. Gosto de pensar n'Ele, seja Ele quem for, como um indivíduo bem humorado e não castigador como muitos o pintam. Não. O meu Deus é sarcástico, mas bom. Para mim tem sido. E eis mais uma prova. Terá pensado:
- Ai não páras? Não abrandas o ritmo nem para receber uma criança que tanto desejas? Não? Hmmmm. Isso é o que vamos ver.
Seu dito, seu feito: Uma rasteira no pé da menina, sob a forma de um degrau matreiro, e tungas, rotura de ligamentos. Com «o», como nas lesões dos jogadores da bola.
Estarás satisfeito, senhor meu Deus, sejas tu quem fores (sim que eu trato-o por tu. Já são muitos anos)! Imagino que esta minha paragem forçada tenha a tua mãozinha - a tão propalada "mão de Deus" - a mesma mão que deve agora estar a enterrar-se num enorme balde de pipocas enquanto assiste a este espectáculo patético que sou eu a andar de forma desmazelada de canadianas. Bah. Digam lá que Ele, seja Ele quem for, não é um tipo com piada.
Se assim for, graças ao rapaz lá de cima, vou pela primeira vez estar parada A SÉRIO logo depois de colocar os meus bolinhos no forno. Depois é só esperar pelo TTTRRRRIIIIIIMMMMM.