Nada de carta do hospital, nada de exames, nada de tratamentos. Nada de tudo.
Estagnámos. Estancámos. Embatemos em mais um obstáculo e lá continuamos como os bonequinhos dos jogos, a dar passos em frente, mas sem sair do lugar porque embatemos num muro e não encontrámos ainda a tecla que nos vai fazer saltar e passar de nível.
E o jogo ainda nem sequer começou.
O alento também conheceu melhores dias. Tiraram-mo esta semana e por questiúnculas de trabalho, imagine-se! Um tema que deveria ser de somenos importância, mas não é, sobretudo quando se dá o melhor que se pode e sabe numa nova missão, quando os de fora nos congratulam pelo resultado e, ao contrário do que seria de esperar, se leva uma lapada daquelas bem dadas nas trombas com frases como: "falta alma ao trabalho!". "Então falta tudo", ripostei. "Não", explicaram-me, "o balão não está vazio, se não não havia trabalho". Mas falta-lhe a alma. É a frase do momento no meu consciente, inconsciente e subconsciente. É ela que me atormenta nos últimos dias. Isso e saber que posso não ser capaz de encontrar a tal alma que me pedem.
Já recebi 30 mil explicações para o que foi dito, mas nenhuma suficientemente eficaz para me devolver a leveza.
Lá chegarei.
Bom fim-de-semana.
Blog x Face
Há 9 anos