Os exames continuam.
Já só faltam os tais que servem para avaliar se houve alguma alteração genética: o cariótipo e a microdelecção do cromossoma y. E faltam esses porque descobrimos que se forem feitos em clínicas privadas custam 400 euros. 400 euros!!! Se não houvesse outro remédio, lá teríamos que puxar os cordões à bolsa, mas como a necessidade sempre aguçou o engenho, descobrimos que o hospital de S. João realiza os mesmos exames pela módica quantia da taxa moderadora. “Um euro e tal”, disse a telefonista do serviço de genética da dita unidade hospitalar. Para isso, o rapaz só necessita do famigerado P1 e, assim que o tiver, pode deslocar-se a qualquer hora ao S. João e fazer a recolha de sangue que também não obriga a qualquer tipo de preparação.
O problema é que para se pedir o tal P1 (“Papel? Que papel? Papel? Que papel? O papel.”) é preciso estar inscrito no centro de saúde, coisa que, o meu cachopo não estava. Não estava, disse bem – não “estava” –, até hoje de manhã porque agora já faz parte dessa grande família que abraça os beneficiários do Serviço Nacional de Saúde.
Mesmo assim, o P1 só deve ser passado de hoje a uma semana (“Papel? Que papel? Papel? Que papel? O papel.”), depois da consulta com a médica de família. Aguardamos tranquilamente.
Bom fim-de-semana.
Blog x Face
Há 9 anos